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Design de Interação para Sistemas de Apoio a Pesquisas Domiciliares com Utilização de Dispositivos Móveis

Versão em PDF | Apresentação

Taissa Abdalla Sousa
Bacharel em Design
IBGE

Graduação em Design com habilitação em comunicação visual na PUC-Rio em 1999, Pós-graduação em Análise, Projeto e Gerência de Sistemas também na PUC-Rio em 2003. Concursada como programadora visual em 2002 no IBGE, trabalha desde então no setor de internet e em janeiro de 2007 passou a gerenciar este setor. Participou também do novo projeto de sistema de pesquisa que alterou a coleta de dados feita em papel para o questionário eletrônico no PDA.

Luiz Agner
Doutor em Design
IBGE

Iniciou-se profissionalmente como ilustrador no tablóide de imprensa alternativa Pasquim, tendo publicado charges e quadrinhos no Jornal do Brasil, Jornal dos Sports e na TV Globo.
Graduou-se pela Escola Superior de Desenho Industrial (ESDI/UERJ). Pós-graduado em Gestão e Tecnologia da Informação pela FGV-Rio, em Assessoria de Imprensa pela UniverCidade, e em Tecnologias Internet-Intranet pela Coppe-UFRJ/IBPI. Até 2001, foi webmaster do Senac.
Defendeu em 2007, na PUC-Rio, a tese de doutorado “Arquitetura de Informação e Governo Eletrônico: Diálogo Cidadãos-Estado na World Wide Web, Estudo de Caso e Avaliação Ergonômica de Usabilidade de Interfaces Humano-Computador”.
Integra o quadro de profissionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), onde atua junto à Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE), em projetos de Educação à Distância. Também dá aulas de design na Escola de Desenho Industrial da UniverCidade, em Ipanema, Rio.
É autor do livro “Ergodesign e Arquitetura de Informação – Trabalhando com o Usuário” (Quartet, 2006 – ISBN: 858569680X).

Sumário

Em 2007, o IBGE começou a utilizar dispositivos móveis para a coleta de dados em suas pesquisas domiciliares, substituindo o tradicional questionário de papel. Esta inovação viabilizou a redução do prazo para divulgação dos resultados, dentre outras vantagens. Na pesquisa PNAD, um estudo com usuários foi necessário, pois o novo sistema pressupôs um novo modelo de interação. Várias equipes de operadores se colocaram à disposição para utilizar a nova ferramenta e informar necessidades e experiências, através de uma avaliação cooperativa. Ao final da coleta, verificamos que o sucesso do projeto foi marcante, mas a interface ainda pode ser aprimorada em muitos aspectos.

Palavras-chave

Dispositivo móvel, Pesquisa, Design de interação

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