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	<title>EBAI - Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação &#187; Experiência do usuário</title>
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	<description>Arquitetura de Informação, Usabilidade, Design de Interação, User Experience e muito mais</description>
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		<title>UX = MKT²</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 02:58:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilhermo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este artigo busca mostrar as similaridades entre conceitos e o trabalho de experiência do usuário e o marketing. A ideia também é tentar desfazer um pouco dos mitos e da mítica em cima da sopa de letrinhas e novos conceitos que virou nossa área de atuação. Assimilando essas semelhanças, podemos trazer práticas antes restritas à mercadologia ao nosso trabalho, e aproximar a UX a outras áreas estratégicas de uma  ... <p><small><a href="http://www.congressoebai.org/index.php/2011/ux-mkt/08">+ Veja Mais</a></small></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Emerson Niide</strong><br /><em>emerson@niide.net<br />Emerson é formado em publicidade pela Cásper Líbero, trabalha com Internet desde os 15 anos, quando fez um estágio em Java e descobriu que não tinha o menor talento para programação. Trabalhou com experiência do usuário na Try Consultoria, RMG Connect, UOL, Gonow e atualmente trabalha com foco em usabilidade na Abril. Fez projetos de arquitetura de informação e testes de usabilidade para web, caixa eletrônico, celular e tablet para clientes como Abril, Banco Sofisa, Citibank, Coca-Cola, Editora Globo, Fiat, HSBC (eleito melhor Internet Banking do Brasil pela revista Global Finance), Itaú, Petrobras, SBT, Unicef e para o Batman. </em></p>
<h2>Resumo</h2>
<p>Este artigo busca mostrar as similaridades entre conceitos e o trabalho de experiência do usuário e o marketing. A ideia também é tentar desfazer um pouco dos mitos e da mítica em cima da sopa de letrinhas e novos conceitos que virou nossa área de atuação. Assimilando essas semelhanças, podemos trazer práticas antes restritas à mercadologia ao nosso trabalho, e aproximar a UX a outras áreas estratégicas de uma empresa.</p>
<h2>Palavras-chave</h2>
<p><em>Arquitetura de informação, usabilidade, experiência do usuário, marketing, mercadologia, administração.</em></p>
<h2>Arquivos</h2>
<ul>
<li><a href="/wp-content/uploads/ebai11/EBAI11_artigo32.pdf" target="_blank">Artigo completo</a></li>
</ul>
<h2>Apresentação</h2>
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		<title>UX no Limite: como fazer um bom trabalho em experiência do usuário apesar das limitações</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 02:14:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>EnvioTrabalho</dc:creator>
				<category><![CDATA[5º EBAI - 2011]]></category>
		<category><![CDATA[Discussão Conceitual]]></category>
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		<category><![CDATA[Experiência do usuário]]></category>
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		<description><![CDATA[Nem sempre é possível seguir as boas práticas e metodologias no dia-a-dia do mercado de trabalho. Neste artigo, designers de experiência do usuário contam como driblam as limitações (de tempo, tecnologia e pessoal) para conseguir elaborar as melhores interfaces possíveis. São apresentados casos reais para exemplificar as metodologias adotadas pela  ... <p><small><a href="http://www.congressoebai.org/index.php/2011/ux-no-limite/08">+ Veja Mais</a></small></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Andressa Vieira</strong><br /><em>andressavieira@gmail.com<br />É formada em Marketing e trabalha há 10 anos com internet, 8 deles com usabilidade, arquitetura de informação, design de interação e experiência do usuário. Já passou pela Try, Mapa Digital, Lumens e UOL, sendo responsável pela coordenação de estudos de usabilidade e arquitetura de informação. Realizou dezenas de projetos para sites institucionais, financeiros, portais, e-commerce, entre outras indústrias.  Hoje é Gerente de Experiência do Usuário da Locaweb e Diretora e co-fundadora da UPA São Paulo.</em></p>
<p><strong>Marcos Eduardo Vigorito de Oliveira</strong><br /><em>marcos.vigorito@gmail.com<br />Formado em publicidade pela ECA-USP e técnico em processamento de dados pela Escola Técnica Federal de São Paulo. Trabalhou com a parte técnica na IBM Brasil e teve carreira solo desenvolvendo sites em outras empresas que passou. Oficialmente trabalha com usabilidade e experiência do usuário há 4 anos. Hoje usa os diferentes conhecimentos como Designer de Experiência do Usuário na Locaweb. </em></p>
<p><strong>Gabriela M&uuml;hlbach</strong><br /><em>abigabi@gmail.com<br />Graduada em Comunicação Digital pela UNISINOS, trabalhou com editoração gráfica e foi arquiteta de informação na W3 Haus em Porto Alegre. Atualmente é Designer de Experiência do Usuário no time de UX da  Locaweb, onde participa do planejamento e criação de interfaces para painéis admnistrativos de serviços da empresa.</em></p>
<p><strong>Paula Sato</strong><br /><em>paulasato@gmail.com<br />Formada em Jornalismo pela ECA-USP, tem pós-graduação em Arquitetura da Informação pela Faculdade Impacta de Tecnologia. Trabalhou com reportagem e redação em redações de jornais, revistas e portais no Brasil e Japão. Atualmente, é Designer de Experiência do Usuário na Locaweb. </em></p>
<h2>Resumo</h2>
<p>Nem sempre é possível seguir as boas práticas e metodologias no dia-a-dia do mercado de trabalho. Neste artigo, designers de experiência do usuário contam como driblam as limitações (de tempo, tecnologia e pessoal) para conseguir elaborar as melhores interfaces possíveis. São apresentados casos reais para exemplificar as metodologias adotadas pela equipe.</p>
<h2>Palavras-chave</h2>
<p><em>Usabilidade. Experiência do usuário.</em></p>
<h2>Arquivos</h2>
<ul>
<li><a href="/wp-content/uploads/ebai11/EBAI11_artigo16.pdf" target="_blank">Artigo completo</a></li>
</ul>
<h2>Apresentação</h2>
<object width="560" height="459"><param name="movie" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=uxnolimiteebaicomentado-111027211323-phpapp01"/><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=uxnolimiteebaicomentado-111027211323-phpapp01"  type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="459"></embed></object>
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		</item>
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		<title>Paixão Coletiva. Uma produto inspirado na Copa do Mundo. Uma nova forma de estruturar as informações por meio de infográficos</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Oct 2010 02:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>EnvioTrabalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As metodologias de Arquitetura da Informação aliadas ao estudo de Infografia levaram ao desenvolvimento de uma plataforma de estrutura hierárquica e de governança baseada no empirismo do usuário responsável pela organização de conteúdos complexos e compartilhamento de informações apresentadas por meio de infográficos 3D.
Para contextualizar a utilização dessa plataforma junto a experiência do usuário em ambiente web, criamos o produto Paixão Coletiva, inspirado no tema Copa do Mundo. Um projeto que aborda soluções que permitem a absorção de informações complexas e funcionalidades que respondem aos mais diversos anseios sobre o tema, especialmente sob o universo do compartilhamento de informações e ambiente colaborativo, monitorado pelos próprios  ... <p><small><a href="http://www.congressoebai.org/index.php/2010/paixao-coletiva-uma-produto-inspirado-na-copa-do-mundo-uma-nova-forma-de-estruturar-as-informacoes-por-meio-de-infograficos/10">+ Veja Mais</a></small></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><small><a href="/wp-content/uploads/ebai10/EBAI10_artigo08.pdf" target="_blank">Artigo completo</a></small></p>
<p><strong>Melina da Silva Alves </strong><br /><em>melinalves@gmail.com<br /></em></p>
<p>Pós-Graduada e Docente em Arquitetura da Informação pela FIT &#8211; Faculdade Impacta de Tecnologia/SP. Graduada em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Cásper Líbero. Histórico profissional em Redação Publicitária e, Roteiro de Cinema, com formação por Walter Webb e Syd Field; além de cursos específicos de Psicologia e Filosofia por Oswaldo Giacóia Júnior.Líder de Arquiteta da Informação e Especialista em Experiência do usuário na Ínsula Comunicação &#8211; agência digital da NeogamaBBH. É responsável por criar e gerir equipe e estratégias de User Experiences  &#8211; UX &#8211; para desktop e mobile, envolvendo ações de Ativação, Marketing Direto, Marketing de Relacionamento e Branded para TIM, Bradesco, Bradesco Seguros e Previdência, Renault, Schincariol e Ajinomoto. Sua experiência inclui UX para Bimbo, Brastemp, Intel, ANBID, Lojas Marisa, Smirnoff, Natura, Sawary, Cielo, Editora Abril, GM entre outras importantes marcas nacionais e multinacionais. É consultora de SEO e Links Patrocinados com certificado Google Adwords Professional Advanced. Passagens pelas agências GreyZest Direct, Fábrica Comunicação Dirigida, Sun-MRM (Grupo MRM e Mccann Erickson).</p>
<p><strong>Tássia Spinelli</strong><br /><em>letournesol@gmail.com<br /></em></p>
<p>Pós-Graduada em Arquitetura de Informação pela FIT – Faculdade Impacta de Tecnologia e graduada em Design Gráfico pelo CEFET-PE. Atualmente trabalha como arquiteta de informação em projetos de inovação e produtos do IG. Fundadora e ex-gestora do NUX (Núcleo de User Experience), fez também parte da área de P&amp;D da Editora Abril e contribuiu para as definições de arquitetura de informação e usabilidade do seu novo publicador de conteúdo, além de ser responsável pelas diretrizes para aplicativos em iPad de suas marcas. Sua experiência inclui UX na Abril em aplicativos para iPhone, iPad, sites, mobile sites, rede social (Brasigo), além de mobile games, userguides e consultoria de inovação para empresas como Samsung e Sony Ericsson. Contribuiu para a fundação do primeiro laboratório de usabilidade do C.E.S.A.R Recife. Primeira palestrante do EGR (Ecossistema de Games do Recife) a falar sobre A importância da Usabilidade nos Jogos de Celular em Workshop de game design promovido pela Jynx Playware em 2008.</p>
<p><strong>Luciana Alencar</strong><br /><em>lulu.alencar@gmail.com<br /></em></p>
<p>Bacharel em Artes com ênfase em Computação Gráfica e Multimídia, pós-graduada em Design de Hipermídia pela Universidade Anhembi-Morumbi e também em Arquitetura da Informação pela Faculdade Impacta de Tecnologia. Atualmente é editora de arte digital do jornal Valor Econômico. Trabalhou como designer e arquiteta da informação no jornal o Estado de São Paulo por 10 anos.</p>
<p><strong>Marco Moreira</strong><br /><em>marco@magelstudio.com.br<br /></em></p>
<p>Bacharel em Design Digital pela Universidade Anhembi Morumbi e Pós Graduado em Arquitetura de Informação pela FIT &#8211; Faculdade Impacta Tecnologia. Trabalhou com quiosques multimídia de localização e informação para shoppings, mídia impressa e identidade visual para algumas empresas. Cuidou de projetos em webdesign, infografia online e UX em alguns sites da Editora Abril, concluiu o Curso de Capacitação e Planejamento Web e o CAJ &#8211; Curso Abril de Jornalismo pela Editora Abril. Trabalhou também na equipe do NUX &#8211; Núcleo de User Experience da Abril Digital. Hoje atua como Arquiteto de Informação no Grupo TV1 fazendo projetos para o Governo Federal, entre eles Brasil.gov, PAC e Site Secom.</p>
<h2>Sumário</h2>
<p><em>As metodologias de Arquitetura da Informação aliadas ao estudo de Infografia levaram ao desenvolvimento de uma plataforma de estrutura hierárquica e de governança baseada no empirismo do usuário responsável pela organização de conteúdos complexos e compartilhamento de informações apresentadas por meio de infográficos 3D. Para contextualizar a utilização dessa plataforma junto a experiência do usuário em ambiente web, criamos o produto Paixão Coletiva, inspirado no tema Copa do Mundo. Um projeto que aborda soluções que permitem a absorção de informações complexas e funcionalidades que respondem aos mais diversos anseios sobre o tema, especialmente sob o universo do compartilhamento de informações e ambiente colaborativo, monitorado pelos próprios participantes.<br /></em></p>
<h2>Palavras-chave</h2>
<p><em>Arquitetura de informação, Infografia, Visualização de dados, Web semântica, Teoria do caos, Copa do mundo, Experiência do usuário </em></p>
<h2>Arquivos</h2>
<ul>
<li><a href="/wp-content/uploads/ebai10/EBAI10_artigo08.pdf" target="_blank">Artigo Completo</a></li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Cartões de benefícios Visa Vale – Análise da metodologia e resultados obtidos na construção do novo site</title>
		<link>http://www.congressoebai.org/index.php/2010/cartoes-de-beneficios-visa-vale/10</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Oct 2010 01:45:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>EnvioTrabalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em Junho de 2010 foi lançado o novo site da da CBSS, administradora dos cartões Visa Vale. A reformulação deste teve como objetivo aumentar o número de novos contratos pela Internet, modernização da imagem do canal e trazer mais informações e serviços para: empresas, esta-belecimentos e usuários do cartão. O objetivo deste documento é compartilhar a metodologia utili-zada para a obtenção de resultados positivos, dando ênfase ao trabalho de Arquitetura de Informa-ção e Usabilidade. Devido a recente publicação do site, parte das métricas e análises ainda estão sendo levantadas, podendo ser abordadas com mais riqueza durante o  ... <p><small><a href="http://www.congressoebai.org/index.php/2010/cartoes-de-beneficios-visa-vale/10">+ Veja Mais</a></small></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><small><a href="/wp-content/uploads/ebai10/EBAI10_artigo04.pdf" target="_blank">Artigo completo</a> | <a href="/wp-content/uploads/ebai10/EBAI10_apresentacao04.pdf" target="_blank">Apresentação</a></small></p>
<p><strong>Fabiana Curi Yazbek </strong><br /><em>fabiana.yazbek@lumensconsultoria.com.br<br />Lumens</em></p>
<p>Graduada em Administração de Empresas pela FAAP, com especialização em Marketing pela ESPM e UCI (University of Carlifornia Irvine). É sócia fundadora da LUMENS Consultoria. Possui experiência em Usabilidade e Experiência do Usuário em diversos segmentos de mercado e canais de atendimento (internet, mobile, URA e ATM). Participou da Conferência de Usabilidade promovida pela NNGroup em 2002 e 2004 (Jakob Nielsen) e UIE Conference em 2007 (Jared Spool). Aplica treinamentos de Usabilidade para em-presas e para a Jump Education.</p>
<p><strong>Alexandre José de Carvalho Miranda </strong> <br /><em>alexandre.miranda@lumensconsultoria.com.br<br />Lumens</em></p>
<p>MBA em gestão de projetos pela FIAP. Tem 10 anos de experiência em desenvolvimento web e 4  anos como Analista de Usabilidade na Lumens Consultoria, onde já participou de mais de 50 projetos relativos a construção da experiência do usuário em diferentes canais: Web, Mobile, URA, Caixas Eletrônicos. É professor de ecommerce na Ecommerce school em São Paulo. Participou de diversos cursos no Brasil e no exterior relacionados a experiência do usuário entre eles Conferência de Usabilidade promovida pela NNGroup em 2009  (Jakob Nielsen) e and UX In-tensive from Adaptive Path in 2009.</p>
<p><strong>Bruno Gabriel Alves</strong><br /><em>bruno.alves@lumensconsultoria.com.br<br />Lumens</em></p>
<p>Bacharel em Comunicação Social &#8211; Rádio e Televisão na UNESP Bauru. Tem 5 anos de experiência em desenvolvimento web e 2 anos como Analista de Usabilidade na Lumens Consultoria, onde já participou de mais de 25 projetos relativos a construção da experiência do usuário em diferentes canais: Web, Mobile, URA, Caixas Eletrônicos e Televisão.</p>
<h2>Sumário</h2>
<p><em>Em Junho de 2010 foi lançado o novo site da da CBSS, administradora dos cartões Visa Vale. A reformulação deste teve como objetivo aumentar o número de novos contratos pela Internet, modernização da imagem do canal e trazer mais informações e serviços para: empresas, esta-belecimentos e usuários do cartão. O objetivo deste documento é compartilhar a metodologia utili-zada para a obtenção de resultados positivos, dando ênfase ao trabalho de Arquitetura de Informa-ção e Usabilidade. Devido a recente publicação do site, parte das métricas e análises ainda estão sendo levantadas, podendo ser abordadas com mais riqueza durante o evento.</em></p>
<h2>Palavras-chave</h2>
<p><em>Reestruturação de site; Visa Vale; Metodologia; Experiência do Usuário; Arquitetura de Informação; Usabilidade</em></p>
<h2>Arquivos</h2>
<ul>
<li><a href="/wp-content/uploads/ebai10/EBAI10_artigo04.pdf" target="_blank">Artigo completo</a></li>
<li><a href="/wp-content/uploads/ebai10/EBAI10_apresentacao04.pdf" target="_blank">Apresentação</a></li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Choque de desordem: três anos de aprendizado fora da zona de conforto. Realidade de mercado, atitude corporativa e processo de trabalho fora do país</title>
		<link>http://www.congressoebai.org/index.php/2009/choque-de-desordem-tres-anos-de-aprendizado-fora-da-zona-de-conforto-realidade-de-mercado-atitude-corporativa-e-processo-de-trabalho-fora-do-pais/10</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 20:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilhermo</dc:creator>
				<category><![CDATA[3º EBAI - 2009]]></category>
		<category><![CDATA[Palestrantes Convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhos Aprovados]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura de informação]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Huge]]></category>

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		<description><![CDATA[Relato dos desafios e das experiências de trabalhar como arquiteto de informação e design em uma empresa nos Estados  ... <p><small><a href="http://www.congressoebai.org/index.php/2009/choque-de-desordem-tres-anos-de-aprendizado-fora-da-zona-de-conforto-realidade-de-mercado-atitude-corporativa-e-processo-de-trabalho-fora-do-pais/10">+ Veja Mais</a></small></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Felipe Memória</strong><br /><em>Diretor de Design<br />HUGE</em></p>
<p>Felipe Memória é Mestre em Design, Diretor de Design da HUGE Inc. e autor do livro Design Para a Internet: Projetando a Experiência Perfeita.<br />
A HUGE constrói negócios online que geram $5.6 Bilhões de lucro anual. 130 milhões de pessoas, um em cada cinco americanos, visitam sites projetados pela HUGE todo mês. Com escritórios em Nova York, Los Angeles, Portland, Paris, Toronto e Londres, tem como principais clientes Time Inc, IKEA, JetBlue, CNN, Reuters, NBC, ABC e Disney.<br />
Há dois anos na HUGE, Felipe é um dos líderes da empresa em Nova York, supervisionando algumas das principais contas e integrando os departamentos de Interaction Design e Visual Design.<br />
Ainda no Brasil, trabalhou por 4 anos na Globo.com, dedicando-se por dois anos e meio ao departamento de esportes até que seu principal produto, o GloboEsporte.com, atingiu a liderança de audiência no Brasil. Memória também foi professor da PUC-Rio por 2 anos e meio.
</p>
<h2>Sumário</h2>
<p><em>Relato dos desafios e das experiências de trabalhar como arquiteto de informação e design em uma empresa nos Estados Unidos.</em></p>
<h2>Palavras-chave</h2>
<p><em>Arquitetura de Informação,  Experiência do Usuário, Huge, Experiência internacional</em></p>
<h2>Arquivos</h2>
<ul></li>
<li>Apresentação não foi disponibilizada pelo autor.<em><br /></em></li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Uma nova visão da Arquitetura da Informação na Globo.com</title>
		<link>http://www.congressoebai.org/index.php/2009/uma-nova-visao-da-arquitetura-da-informacao-na-globo-com/10</link>
		<comments>http://www.congressoebai.org/index.php/2009/uma-nova-visao-da-arquitetura-da-informacao-na-globo-com/10#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 20:34:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilhermo</dc:creator>
				<category><![CDATA[3º EBAI - 2009]]></category>
		<category><![CDATA[Palestrantes Convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhos Aprovados]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura de informação]]></category>
		<category><![CDATA[Experiência do usuário]]></category>
		<category><![CDATA[Globo.com]]></category>

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		<description><![CDATA[Apresenta os novos desafios da equipe de Arquitetura de Informação da  ... <p><small><a href="http://www.congressoebai.org/index.php/2009/uma-nova-visao-da-arquitetura-da-informacao-na-globo-com/10">+ Veja Mais</a></small></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><small><a href="/wp-content/uploads/ebai09_palestras/EBAI_2009vpdf.pdf" target="_blank">Apresentação</a></small></p>
<p><strong>Leandro Gejfinbein<br />
</strong><br /><em>Gerente de Arquitetura de Informação<br />Globo.com</em></p>
<p>Gaúcho, de Porto Alegre, 31 anos. Formado em Comunicação Social com especialização em Psicologia na Comunicação, pela PUC-RS, e mestrando em Design pela PUC-Rio. Trabalho com internet desde 2000, onde era &#8216;projetista&#8217; numa pequena agência digital de Porto Alegre. Antes de vir para a Globo.com, fui por 5 anos Analista de Negócios na AG2, também em Porto Alegre. No Rio desde 2006, desde então na Globo.com, fui por três anos Arquiteto de Informação, primeiro do núcleo de Aplicativos e mais tarde no núcleo de Entretenimento. E em maio desse ano assumi a gerência de Arquitetura de Informação. </p>
<h2>Sumário</h2>
<p><em>Apresenta os novos desafios da equipe de Arquitetura de Informação da Globo.com.</em></p>
<h2>Palavras-chave</h2>
<p><em>Arquitetura de Informação,  Experiência do Usuário, Globo.com</em></p>
<h2>Arquivos</h2>
<ul></li>
<li><a href="/wp-content/uploads/ebai09_palestras/EBAI_2009vpdf.pdf" target="_blank">Apresentação</a><em><br /></em></li>
</ul>
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		<title>Linkosophy</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 20:10:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilhermo</dc:creator>
				<category><![CDATA[3º EBAI - 2009]]></category>
		<category><![CDATA[Palestrantes Convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhos Aprovados]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura de informação]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade de Prática]]></category>
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<p><strong>Andrew Hinton<br /></strong><em><a href="http://www.inkblurt.com" target="_blank">inkblurt.com</a></em><strong><br /></strong><em>Diretor de Práticas Profissionais<br />IA Institute</em></p>
<p>Andrew Hilton tem trabalhado nos últimos 15 anos como designer, professor, escritor e consultor para várias empresas. Atualmente ele trabalha como Lead Information Architect na companhia Vanguard. Andrew é bacharel em Filosofia, mestre em Literatura e Redação. Ele é frequentemente convidado para proferir palestras em conferências como o IA Summit e ocasionalmente escreve para publicações como Boxes &#038; Arrows. Tem especial interesse por Práticas de Linguagem, design social, o papel dos games no estudo de design e o papel do conteúdo nos meios digitiais. Co-fundador do IA Institute, onde atualmente exerce a função de Diretor de Práticas Profissionais. Seu website é o <a href="http://www.inkblurt.com" target="_blank">inkblurt.com</a>.</p>
<h2>Sumário</h2>
<p><em>Linkosophy &#8211; Uma abordagem aprofundada por entre os domínios da Arquitetura da Informação, explorando as interessantes perspectivas para o futuro da função e seu papel cada vez mais decisivo dentro do design voltado para a experiência do usuário<br />
.</em></p>
<h2>Palavras-chave</h2>
<p><em>Arquitetura de Informação, Experiência do usuário, Comunidades de Prática</em></p>
<h2>Arquivos</h2>
<ul></li>
<li><a href="/wp-content/uploads/ebai09_palestras/linkosophy2ebai-091003101037-phpapp02.pdf" target="_blank">Apresentação</a><em><br /></em></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Com quantos chapéus se faz um arquiteto?</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 13:32:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilhermo</dc:creator>
				<category><![CDATA[3º EBAI - 2009]]></category>
		<category><![CDATA[Discussão Conceitual]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhos Aprovados]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura de informação]]></category>
		<category><![CDATA[Cargo]]></category>
		<category><![CDATA[Disciplina]]></category>
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		<category><![CDATA[metodologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Este artigo procura ajudar a organizar a grande área de arquitetura de informação (AI) à partir de duas perguntas fundamentais: o que é AI e o que faz um arquiteto de informação. Esta organização é feita em dois eixos, um que fala da abrangência do termo (AI grande ou pequena) e outros que separa a disciplina de AI do cargo de arquiteto de informação. No primeiro eixo percebemos que o termo pode ser utilizado com um sentido estrito, de organização de informação, quanto em um sentido amplo, onde é sinônimo da grande área de experiência do usuário. Recomenda-se que entre especialistas esta diferença seja explicitada e que de maneira geral, o termo refira-se à grande AI. No segundo eixo é possível ver que não é interessante uma associação direta entre cargo e disciplina e que ambos devem ser dissociados. Também fica claro que a arquitetura em seu sentido amplo é um conjunto de competências, que o um arquiteto deve lidar com todas elas mas que isto não exclui que sejam feitas por outros profissionais. O artigo é com uma questão, que procura levantar quais são as ferramentas e habilidades que ajudariam os diversos tipos de profissionais que lidam com a arquitetura de  ... <p><small><a href="http://www.congressoebai.org/index.php/2009/com-quantos-chapeus-se-faz-um-arquiteto/10">+ Veja Mais</a></small></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><small><a href="/wp-content/uploads/65-177-1-SM-com-nome.pdf" target="_blank">Versão em PDF</a> | <a href="/index.php/2010/com-quantos-chapeus-se-faz-um-arquiteto/04/65-225-1-sp">Apresentação</a></small></p>
<p><strong>Gil Barros</strong><br />
<em>gil.barros@formato.com.br<br />
Doutorando em Design e Arquitetura<br />
FAU-USP</em></p>
<p>Graduado em arquitetura e urbanismo na FAU-USP, trabalha com design e desenvolvimento para Internet desde 1996. Mestre em Engenharia Elétrica pela Poli-USP, desenvolveu seu mestrado na área de Design de Interfaces para TV Interativa e participou das recomendações do Sistema Brasileiro de TV Digital (ISDB-TB).<br />
Atualmente trabalha com consultoria em design de interfaces e desenvolve seu doutorado na FAU-USP.</p>
<h2>Sumário</h2>
<p><em>Este artigo procura ajudar a organizar a grande área de arquitetura de informação (AI) à partir de duas perguntas fundamentais: o que é AI e o que faz um arquiteto de informação. Esta organização é feita em dois eixos, um que fala da abrangência do termo (AI grande ou pequena) e outros que separa a disciplina de AI do cargo de arquiteto de informação. No primeiro eixo percebemos que o termo pode ser utilizado com um sentido estrito, de organização de informação, quanto em um sentido amplo, onde é sinônimo da grande área de experiência do usuário. Recomenda-se que entre especialistas esta diferença seja explicitada e que de maneira geral, o termo refira-se à grande AI. No segundo eixo é possível ver que não é interessante uma associação direta entre cargo e disciplina e que ambos devem ser dissociados. Também fica claro que a arquitetura em seu sentido amplo é um conjunto de competências, que o um arquiteto deve lidar com todas elas mas que isto não exclui que sejam feitas por outros profissionais. O artigo é com uma questão, que procura levantar quais são as ferramentas e habilidades que ajudariam os diversos tipos de profissionais que lidam com a arquitetura de informação.</em></p>
<h2>Palavras-chave</h2>
<p><em>Arquitetura de Informação, Experiência do Usuário, Disciplina, Cargo, Metodologia</em></p>
<p><em> </em></p>
<h2>1.    Perguntas básicas</h2>
<p>Como profissional da área, passo grande parte do tempo pensando e conversando sobre arquitetura de informação e acho curioso como algumas questões nunca &#8220;saem de moda&#8221;. Em especial, duas perguntas que vejo recorrentemente são:</p>
<ul>
<li>O que é arquitetura de informação?</li>
<li>O que faz um arquiteto de informação?</li>
</ul>
<p>À primeira vista parecem ser simples perguntas de iniciantes. Sim, é uma área que tem muita gente entrando o tempo todo, por isto as perguntas precisam ser respondidas repetidas vezes. Uma vez respondidas, aquela &#8220;turma&#8221; sabe a resposta, mas logo surge mais uma leva de iniciantes e a pergunta é feita novamente. Mas uma análise mais detalhada mostra que não são nem simples, nem apenas de iniciantes.</p>
<p>Não é raro ver profissionais que já estão na área faz tempo se deparando com estas questões. São justamente estes profissionais que precisam montar uma equipe, estruturar um projeto complexo, ou justificar um orçamento, e acabam caindo em uma das duas questões.</p>
<p>E se fossem simples, já teriam uma &#8220;resposta padrão&#8221;, bastaria eleger uma das definições que encontramos em referências consolidadas, como o livro do Urso Polar (ROSENFELD; MORVILLE, 2002). Mas analisando estas definições vemos que muitas vezes elas não resolvem o problema.</p>
<p>Ao menos não resolviam para mim.</p>
<p>Escrevo este artigo pois considero estas perguntas importantes e pertinente, e de difícil resposta. Foram perguntas que tive que responder e que não me atormentam mais atualmente. Neste artigo procuro mostrar como as respondi, e as referências que considero importantes. É uma organização de uma trajetória pessoal, espero que seja útil aos outros.</p>
<p>Acredito que a dificuldade em responder estas perguntas ocorre porque os dois termos, arquitetura de informação e arquiteto de informação, são utilizados para coisas muito diferentes, dependendo do contexto do interlocutor. Esta diferença se organiza em dois grandes eixos principais, a de &#8220;Grande e Pequeno&#8221; e a de &#8220;Cargo e Disciplina&#8221;.</p>
<p>Vejamos primeiro a questão entre &#8220;Grande e Pequeno&#8221;, que ajuda principalmente na resposta à primeira pergunta.</p>
<h2>2.    Grande e Pequeno</h2>
<p>Peter Morville, um dos pais da arquitetura de informação moderna, tem um artigo interessante onde faz uma diferença entre um arquiteto &#8220;grade&#8221; e &#8220;pequeno&#8221; (MORVILLE, 2000):</p>
<p>&#8220;Contudo, interpretações de quais seriam as atribuições do arquiteto de informação variam dependendo das organizações, dos projetos e das pessoas envolvidas.</p>
<p>De um lado temos o pequeno arquiteto de informação, que deve se focar unicamente em tarefas centrais como as definições de arquivos e o controle de vocabulário.</p>
<p>De outro lado, temos o grande arquiteto de informação que deve desempenhar o papel do &#8220;maestro de orquestra ou diretor de filme, concebendo o conceito e os movimentos que a equipe deve seguir&#8221;, como descreve Gayle Curtis, Diretor de Criatividade.&#8221;</p>
<p>Acho que é bem claro que neste caso o termo &#8220;arquiteto de informação&#8221; está sendo usado para denominar dois cargos bastante distintos, com responsabilidades e áreas de atuação totalmente diversos. No primeiro caso temos uma visão bem focada em uma tarefa específica, no segundo uma visão muito mais complexa e com uma atuação mais estratégica no processo.</p>
<p>Outro grande nome da área, Jesse James Garrett, também tem um artigo onde faz esta mesma distinção, entre o arquiteto (e também a arquitetura) &#8220;grande&#8221; e &#8220;pequeno&#8221; (GARRETT, 2002a):</p>
<p>&#8220;… Essa formulação leva ao chamado “grande arquiteto” – uma definição que abrange uma ampla faixa de responsabilidades, incluindo estratégia de negócios, design de informação, pesquisa com usuários, design de interação, levantamento de requisitos&#8230; a lista parece não ter fim.</p>
<p>…</p>
<p>O resultado disso é o “pequeno arquiteto”, focado estritamente na organização de conteúdo e na estrutura de espaços de informação. …&#8221;</p>
<p>Aqui está o primeiro problema para se responder as perguntas iniciais. Quando respondemos o que é AI (arquitetura ou arquiteto) estamos nos referindo ao geral (grande) ou ao específico (pequeno)?</p>
<p>Ambos existem e são necessários, e dependendo do caso um é importante e o outro pode ser até irrelevante. E mais difícil, antes ainda de responder se estamos nos referindo à grande ou pequena AI, temos que entender melhor qual é esta diferença.</p>
<p>Recorrendo ao Urso Polar, ele nos diz que AI é (ROSENFELD; MORVILLE, 2002):</p>
<p>&#8220;1. O design estrutural de espaços de informação compartilhados.</p>
<p>2. A combinação dos sistemas de organização, rotulação, busca e navegação em web sites e intranets.</p>
<p>3. A arte e ciência de dar forma a produtos e experiências de informação para melhorar a usabilidade  e &#8220;encontrabilidade&#8221;.</p>
<p>4. Uma disciplina emergente e uma comunidade de prática focadas em trazer princípios de design e arquitetura ao ambiente digital.&#8221;</p>
<p>Qual destas definições se aplica à AI pequena, e quais são a grande AI? Apesar de Morville deixar claro que existe a diferença no seu artigo, no livro (em co-autoria com Rosenfeld) ele não deixa explícito a qual AI está se referindo nestas definições.</p>
<p>No livro como um todo é possível perceber que os autores tendem a utilizar o termo AI no seu sentido mais específico (pequena AI), principalmente quando falam de detalhes de documentação, metodologias e sistemas. Por exemplo, podemos ver o seguinte trecho da explicação das definições (Ibid.):</p>
<p>&#8220;Estruturar, organizar e rotular</p>
<p><strong>É o que os arquitetos de informação melhor fazem</strong> <em>(grifo do autor)</em>. Estruturar envolve determinar o nível de granularidade adequado para os &#8220;átomos&#8221; de informação no seu site, e decidir como eles se relacionam entre si. Organizar envolve agrupar estes componentes em categorias relevantes e peculiares. Rotular significa descobrir como chamar estas categorias e a série de links de navegação que levam até elas.&#8221;</p>
<p>Mas infelizmente o Urso Polar não nos ajuda muito nesta questão. Quem nos ajuda é o livro de Jesse James Garrett (sim o mesmo do artigo já citado): The Elements of User Experience (GARRETT, 2003) (Os Elementos da Experiência do Usuário), que deixa mais clara a diferença, mesmo que de forma implícita.</p>
<p>Neste livro Garrett apresenta o termo &#8220;experiência do usuário&#8221; como sendo: &#8220;como um produto se comporta e como é utilizado no mundo real&#8221;. O termo se refere não o que um produto faz, mas como ele faz estas coisas. O foco não está no seu funcionamento interno, mas na sua apresentação externa para o mundo.</p>
<p>Ele deixa claro que todo produto tem sua &#8220;experiência do usuário&#8221;, seja ele digital ou não. Web sites, quiosques e celulares tem experiência do usuário, assim como &#8220;jornais, garrafas de ketchup, cadeiras reclináveis e um suéteres cardigan&#8221;. No livro ele lida com a experiência do usuário para um tipo específico de produtos: web sites, que podem ser repositórios de conteúdo (um portal de notícias) ou aplicativos (um webmail).</p>
<p>Para estes produtos ele cria uma estrutura de 5 planos para ajudar a compreender a experiência do usuário. Estes planos estão organizados por grau de abstração, desde o plano da estratégia (abstrato) até o plano da superfície (concreto). Apresentamos a seguir a versão traduzida deste diagrama, disponível na internet (GARRETT, 2000).</p>
<div id="attachment_533" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><a href="/index.php/2010/com-quantos-chapeus-se-faz-um-arquiteto/04/diagrama_garrett"><img class="size-medium wp-image-533" title="Diagrama dos elementos da experiência do Usuário" src="http://www.eduardo-reis.com/wp-content/uploads/Diagrama_Garrett-512x395.gif" alt="Diagrama dos elementos da experiência do Usuário" width="512" height="395" /></a><p class="wp-caption-text">Figura 1 – Diagrama dos elementos da experiência do Usuário (clique na imagem para ampliar)</p></div>
<p>Mas em que este gráfico nos ajuda a responder uma das perguntas iniciais? Garrett coloca a arquitetura de informação como sendo um dos componentes da experiência do usuário no terceiro plano (de estrutura). Lembremos que Garrett também tem um artigo que fala sobre grande e pequena AI e portanto, a qual AI está se referindo no seu livro?</p>
<p>Apesar de não falar isto explicitamente, sempre que menciona AI está se referindo à pequena AI, ou seja à mais específica. Segundo sua definição a AI &#8220;se preocupa com a criação de esquemas de navegação e organização que permitem usuários se moverem pelo conteúdo do site de forma eficiente e efetiva&#8221; (GARRETT, 2003).</p>
<p>No seu livro, para falar sobre a grande AI, que inclui &#8220;estratégia de negócios, design de informação, pesquisa com usuários, design de interação, levantamento de requisitos&#8221; [de novo o artigo], Garrett usa justamente o termo experiência do usuário. Ou seja, para ele a grande AI é praticamente um sinônimo de experiência do usuário, e quando fala arquitetura de informação se refere à pequena AI.</p>
<p>Por outro lado, quando o Urso Polar vai falar sobre tudo aquilo que não é AI, ele menciona o termo &#8220;design de experiência&#8221;, como sendo (ROSENFELD; MORVILLE, 2002):</p>
<p>&#8220;Design de experiência é um termo guarda-chuva que engloba arquitetura de informação, engenharia de usabilidade, design gráfico, e design de interação como componentes de uma visão holística da experiência do usuário. Você encontrará relativamente poucos &#8220;designers de experiência&#8221;, pois não existem muitas pessoas com competência em todas estas áreas. O termo é útil à medida que encoraja colaboração e reconhecimento entre as disciplinas.&#8221;</p>
<p>Vale a nota que, de forma bastante peculiar, acredito que a melhor definição de arquitetura de informação está em um livro com foco na experiência do usuário, e que a melhor definição de experiência do usuário, na bíblia da arquitetura de informação.</p>
<p>Desta forma é razoável afirmar que para ambos os autores a pequena AI significa a atividade mais específica de organização de conteúdo, enquanto que a grande AI é um sinônimo de experiência do usuário. Acho esta distinção bastante útil e sempre que vejo o termo procuro ver se trata-se de um ou de outro, ou de uma mistura de ambos.</p>
<p>Longe de ser consenso, o termo AI é utilizado para descrever tanto um quanto o outro, às vezes ambos, tanto no Brasil quanto no exterior. Particularmente no Brasil o termo arquitetura de informação tem um reconhecimento muito maior, pelo menos na atualidade.</p>
<p>Faço portanto uma sugestão prática. Quando falamos entre profissionais da área, recomendo deixar claro se trata-se da visão geral ou específica de AI, facilita muito a comunicação e evita threads intermináveis em listas de discussão. Já ao falarmos com pessoas de outras áreas, o termo AI deve referir-se genericamente à visão geral, ou seja, um sinônimo de experiência do usuário. Para se falar sobre a AI específica com clientes, é necessário explicitar a diferença entre ambos, ou utilizar outro termo, como foi a opção de Garrett.</p>
<p>Uma vez que deixamos mais claro qual a abrangência do termo que estamos utilizando quando falamos &#8220;arquitetura de informação&#8221;, podemos passar para o outro eixo, de &#8220;Cargo e Disciplina&#8221;, que vai nos ajudar a responder a segunda questão.</p>
<h2>3.    Cargo e Disciplina</h2>
<p>Começo este eixo citando dois textos de um outro autor, Jared Spool. No primeiro texto ele fala sobre especialistas versus generalistas (SPOOL, 2006b) e cita que apenas uma pequena parcela (15%) das empresas que trabalhou teria demanda para um especialista na área de experiência do usuário.</p>
<p>Ou seja, apenas nestas empresas faz sentido ter uma pessoa dedicada exclusivamente à pesquisa com usuários, ou à arquitetura de informação no seu sentido estrito. A grande maioria das empresas (85%) deveria procurar profissionais generalistas, &#8220;que compreendem as diferentes disciplinas e podem se mover entre elas de maneira ágil.&#8221; (SPOOL, 2006b)</p>
<p>Aqui vale uma ressalva. Este texto fala de uma realidade do mercado americano, em tempos de pré-crise (2006) e do ponto de vista de um profissional que lida estritamente com a área de experiência do usuário, o que significa que são apenas empresas que consideram a experiência do usuário como algo importante. Estes números de 15% e 85% seriam muito diferentes se considerássemos empresas como um todo, principalmente no caso do Brasil. Mesmo assim, são um valor de referência interessante.</p>
<p>Ele também toma o cuidado de fazer a distinção entre especialistas e &#8220;compartimentalistas&#8221;. Enquanto os primeiros foca seus conhecimentos em uma área, mas ainda tem conhecimentos nas áreas adjacentes, o segundo tem conhecimentos apenas naquela área e se isola das outras áreas que estão ao seu redor. É uma questão de postura, mas que garante ao especialista uma flexibilidade que pode lhe garantir o emprego, caso seja necessário passar algum tempo fora de sua especialidade.</p>
<p>Em seu segundo artigo (SPOOL, 2006a), Spool fala sobre a diferença entre a disciplina e o profissional e afirma:</p>
<p>&#8220;Um grande resultado da nossa discussão é a conclusão: você deve separar a noção de disciplina a noção de profissional.</p>
<p>…</p>
<p>O que nossa pesquisa mostra é que para criar um produto ou serviço não são necessários arquitetos de informação, profissionais de usabilidade, ou designers de interação. Existem muitos exemplos de produtos e serviços excelentes que nunca tiveram a atenção de nenhum destes profissionais.</p>
<p>No entanto, nossa pesquisa também mostra que criar um produto ou serviço com sucesso parece exigir pessoas que entendam um pouco sobre arquitetura de informação, usabilidade, e design de interação. Ainda estamos por encontrar um único exemplo de um time que tenha criado uma ótima experiência do usuário que não tivesse uma compreensão básica destas áreas.</p>
<p>Você pode criar ótimas experiências do usuário sem os profissionais no time, mas não sem uma compreensão das disciplinas no time. Ter um profissional é uma das formas de se trazer a compreensão da disciplina, mas, o que estamos vendo é, não é a única maneira.&#8221;</p>
<p>Em seu artigo, Garrett (2002a) também defende esta separação e é ainda mais incisivo, dizendo que: &#8220;A única solução é separar por completo a definição da disciplina da definição do cargo.&#8221; Ele defende esta idéia por dois motivos.</p>
<p>Em primeiro lugar sem esta separação fica extremamente difícil dizer o que é a AI específica. Segundo Garrett: &#8220;Qualquer definição abrangente o suficiente para o cargo é abrangente demais para servir de base para uma discussão útil sobre a disciplina; qualquer definição específica o suficiente para a disciplina é específica demais para o cargo. Parece que estamos em um impasse.&#8221;</p>
<p>E esta definição é de suma importância, pois &#8220;Escolhendo uma definição específica para a disciplina nos permite descrever um conjunto particular de problemas com precisão. E esta precisão de comunicação é absolutamente necessária para qualquer disciplina progredir&#8221;.</p>
<p>Em segundo lugar Garrett novamente estende as afirmações de Spool e afirma que além da maioria dos profissionais na área ser composta por generalistas, grande parte da AI feita está nas mãos de pessoas com outros cargos, onde arquitetura de informação é apenas uma de suas habilidades.</p>
<p>&#8220;Algumas organizações tem tanto trabalho que ter arquitetos de informação em seu time é crítico para o seu sucesso. Algumas organizações que não precisam sempre de um arquiteto dedicado eventualmente terão projetos que são grandes ou importantes o suficiente para justificar trazer um especialista para uma consultoria. …</p>
<p>Mas a maioria das pessoas que faz AI nunca será capaz de focar em AI exclusivamente. …</p>
<p>Se tivermos sorte, a responsabilidade pela arquitetura de informação será delegada para alguém em um destes times. Estas pessoas terão títulos como &#8216;Web designer&#8217; ou &#8216;editor de conteúdo&#8217; ou &#8216;gerente de projeto&#8217;. Para todos eles, a experiência do usuário é apenas um de uma série de questões que precisam lidar. E o trabalho que fazem constituirá a grande maioria da AI na Web.&#8221;</p>
<p>E se isto é verdade, é importante considerarmos que estes outros profissionais devem ser incluídos na comunidade. &#8220;Para a disciplina progredir, devemos abrir o diálogo para incluir estes não-especialistas, para permitir que contribuam para o desenvolvimento deste corpo de conhecimento (&#8220;body of knowledge&#8221;). Mas isto, em troca, exige que reconheçamos que a disciplina e o cargo são separados, e que a disciplina pode ser exercida por uma grande variedade de cargos.&#8221;</p>
<p>E por fim, o Urso Polar dá um bom exemplo de como isto provavelmente evoluirá, fazendo uma analogia com um campo já bem estabelecido, como é o caso do direito.</p>
<p>&#8220;… Organizações menores tendem a envolver arquitetos de informação como uma consultoria durante o redesign do site. Isto permite o arquiteto de informação fazer uma grande contribuição sem estourar o orçamento.</p>
<p>O uso seletivo de um <em>expert</em> não é específico da arquitetura de informação; na verdade, é algo bem comum. Vamos considerar, por exemplo, no caso do direito. Uma enorme porcentagem de decisões legais são feitas todos os dias por gerentes ao invés de seus advogados.</p>
<p>…</p>
<p>A maioria das empresas não tem advogados no seu pessoal. Eles envolvem advogados quando a situação é particularmente confusa, complexa, ou importante. O mesmo acontece e continuará a acontecer com arquitetos de informação.&#8221;</p>
<p>Fazendo uma análise destas afirmações, podemos perceber algumas tendências fortes que nos ajudam a responder a segunda pergunta, ou seja, o que faz um arquiteto.</p>
<p>Em primeiro lugar, a maioria de profissionais será composta por generalistas, que lidam com diversos aspectos da experiência do usuário e não principalmente com uma disciplina. Neste sentido, o campo de atuação de um arquiteto é na maior parte das vezes a &#8220;grade&#8221; AI, ou a experiência do usuário, ao invés da AI específica.</p>
<p>Isto pode gerar uma situação aparentemente contraditória, onde o &#8220;arquiteto de informação&#8221; não faz exclusivamente &#8220;arquitetura de informação&#8221; mas lida também com diversas disciplinas correlatas. Aqui podemos fazer outra analogia entre profissões para perceber que esta contradição não é um problema. Tomemos o caso da arquitetura.</p>
<p>A disciplina de arquitetura lida, especificamente, com edificações. No entanto um arquiteto poderá trabalhar (e normalmente trabalha) com o design de mobiliário, com praças e espaços abertos (paisagismo), com o sistema de sinalização de um prédio (comunicação visual) ou com o ambiente urbano, e nem por isto deixará de ser arquiteto e de também trabalhar com edificações, se necessário. (Garrett (2002a) dá um exemplo semelhante em seu artigo, fazendo uma comparação com o regente de uma orquestra.)</p>
<p>E quanto ao nome específico do cargo, aparece outra unanimidade. Pouco importa o nome que está escrito em seu cartão. Entre os mais comuns temos &#8220;Arquiteto de Informação&#8221;, &#8220;Designer de Interação&#8221; e &#8220;Especialista em Usabilidade&#8221;, mas na prática, as atividades provavelmente são as mesmas e são elas que importam.</p>
<p>O que nos leva para o segundo ponto: o que é necessária é a arquitetura, não os arquitetos. E esta arquitetura não é uma disciplina estanque, mas na verdade o &#8220;arquiteto&#8221; não é um cargo, é um conjunto de competências, que podem estar em uma pessoa ou compartilhadas dentro de uma equipe.</p>
<p>Garrett (2003) deixa isto bem claro em seu livro, quando diz: &#8220;Como estas responsabilidades estão distribuídas em sua empresa não é tão importante quanto garantir que todos os elementos (planos) da experiência do usuário sejam levados em consideração&#8221;. Em uma empresa um gerente de projeto pode cuidar dos elementos mais genéricos, enquanto um arquiteto cuida dos planos específicos. Outro arranjo comum é a separação da camada mais concreta (design visual) para um designer.</p>
<p>Até mesmo dentro de uma mesma empresa, diferentes projetos podem compor equipes distintas. Um bom designer é capaz de fazer toda a arquitetura de um hot-site para uma promoção. Da mesma forma, uma intranet complexa provavelmente precisa de um time, e talvez precise de uma pessoa exclusivamente dedicada à sua arquitetura de informação.</p>
<p>Retomando o segundo ponto, a mensagem é simples. A arquitetura de um site é composta por várias especialidades, ou enfoques, e o importante que todos elas sejam tratadas. A cada projeto, em cada empresa, deve-se pensar quem irá cuidar de que parte, e como será a integração entre os profissionais.</p>
<p>O terceiro ponto fica implícito no segundo, mas acho importante deixá-lo claro. A arquitetura, em seu sentido mais amplo, é feita por outros profissionais além de arquitetos (ou designers de interação, ou especialistas em usabilidade, etc.), e isto é tanto legítimo quanto esperado.</p>
<p>Uma vez que a arquitetura não é um cargo, mas um conjunto de competências, é natural, e até desejável, que outras áreas passem a ter estas competências.</p>
<p>Natural pois os problemas que são tratados aparecem não apenas em web sites, mas no cotidiano das pessoas. Um e-mail bem escrito é um bom trabalho de arquitetura. Qual o meu &#8220;público&#8221; (destinatários)? Quais os objetivos (o que quero comunicar)? Como ordeno os assuntos no e-mail? Tenho que ser sucinto ou devo explicar em detalhes? Quais os metadados que vou utilizar para indexar o e-mail (título)? Qual o e-mail que utilizo (pessoal, do trabalho, da faculdade)? Se faço referência a outro e-mail, ou à um documento online, como facilito a &#8220;navegação&#8221; até este conteúdo? Devo melhorar a formatação do texto, utilizar cores e imagens?</p>
<p>Perceber que os planos colocados por Garrett estão em toda parte e fazem parte do nosso dia-a-dia é algo que valoriza a disciplina e a coloca no mesmo patamar que outras áreas consideradas importantes e relevantes, como o caso da arquitetura (de edifícios).</p>
<p>De um ponto de vista teórico, toda construção é beneficiada com a presença de um arquiteto. Sendo pragmático, no entanto, ele não é tão importante se vou construir um grande galpão para armazenar suprimentos. Também não preciso de um arquiteto mudar a cama de um quarto de um lado para o outro. Mas para reordenar pessoas em um escritório, ou qualquer atividade mais complexa que isto, sua presença começa a valer o custo-benefício, tanto pelo bem-estar quanto pelo aproveitamento de espaço.</p>
<p>Mas além de natural, esta compreensão é desejável pois apenas com algum entendimento do assunto que outros profissionais poderão perceber o valor em uma proposta apresentada, sejam eles da área gerencial ou de tecnologia, colegas ou clientes. Também é desejável que compreendam que para substituir o PDF que contém o balanço anual da empresa, não precisam falar com um arquiteto de informação, mas que para discutir onde vão arquivar os balanços dos anos anteriores é interessante uma consulta, e que trocar o rótulo de um dos itens do menu principal não é algo trivial.</p>
<p>Consolidando estes três pontos, podemos concluir:</p>
<ul>
<li>que é normal um arquiteto de informação trabalhar com toda a grande área da experiência do usuário;</li>
<li>que na verdade o &#8220;nome&#8221; do seu cargo não é algo muito importante, mas de forma genérica podemos nos referir aos diversos profissionais da área como &#8220;arquiteto de informação&#8221;;</li>
<li>que a arquitetura de um site não é produto de um profissional, mas de uma série de competências;</li>
<li>que estas competências podem tanto ser responsabilidade de um profissional, quanto compartilhadas dentro de um time e por fim,</li>
<li>que outros profissionais podem e devem ter competências na área de AI.</li>
</ul>
<h2>4.    Próximos passos</h2>
<p>Resumindo os dois eixos apresentados, é possível colocar as questões da seguinte forma. O termo AI pode se referir tanto à grande área de experiência do usuário quanto à atividade específica de organização e rotulação de conteúdo.</p>
<p>O cargo AI faz sentido em algumas empresas, e é a pessoa responsável pela grande AI. No entanto o &#8220;nome&#8221; do cargo não é necessariamente este, nem é esta pessoa que vai obrigatoriamente lidar com todas as competências da área.</p>
<p>Para lidar com o a grande AI são necessárias diversas competências, que podem estar espalhadas por um time ou centradas em uma pessoa. Mais do que isto, na maioria dos casos nenhuma das pessoas envolvidas trabalha exclusivamente com AI, mas o fazem apenas como mais uma de suas atividades cotidianas.</p>
<p>Tendo estas questões básicas mais claras, acho que enfim podemos passar para outros pontos mais importantes e também mais interessantes. Retomando o artigo de Garrett ele faz uma provocação:</p>
<p>&#8220;Já me perguntaram muitas vezes o segredo do meu sucesso como arquiteto de informação. Aqui, revelarei pela primeira vez esse segredo.</p>
<p>Eu tenho intuições.</p>
<p>…</p>
<p>Todos estão procurando a fórmula secreta que irá eliminar as intuições da arquitetura de informação. Mas as intuições são uma parte inescapável de nosso trabalho. Mais importante ainda: a qualidade das intuições é o que distingue o bom arquiteto do mau arquiteto.</p>
<p>Não quero dizer que não haja lugar para a pesquisa no processo de arquitetura de informação. Mas a pesquisa deveria inspirar o nosso julgamento profissional, não substituí-lo.</p>
<p>…</p>
<p>Se continuarmos a trabalhar com uma definição de arquitetura de informação que exige a execução por um especialista, a disciplina irá estagnar e afundar. Atualmente, estamos construindo um corpo de conhecimentos cujos requisitos básicos (um especialista dedicado, muito tempo e dinheiro investidos em pesquisa) excluem logo de cara a grande maioria dos casos do mundo real.&#8221;</p>
<p>Mas logo a seguir passa para uma atitude mais propositiva, colocando um grande desafio para os profissionais:</p>
<p>&#8220;Assim como o editor de revistas, o arquiteto de amanhã não terá o luxo de meses e meses para projetar e testar uma solução repetidamente. Ele precisa de resultados imediatos. Ele precisa de intuições melhores. Nós, em nosso papel de comunidade interessada em preservar a disciplina, deveríamos ajudá-los a desenvolver as habilidades que lhes darão essas intuições melhores. Ferramentas para pensar, e não fórmulas secretas. Habilidades, e não regras.&#8221;</p>
<p>Mas Garrett não desenvolve quais seriam estas ferramentas, ou estas habilidades. Certamente seu vocabulário visual (GARRETT, 2002b) é uma destas ferramentas, mas quais outras poderiam ser definidas? E quais as habilidades que realmente são essenciais?</p>
<p>Ter uma resposta bastante completa para estas questões não é uma tarefa fácil. Mas respostas parciais todos nós somos obrigados a dar, como parte de nosso trabalho.</p>
<p>Para este projeto faremos um <em>card-sort</em>, para aquele um <em>brainstorm</em>. Com estes resultados do teste de usabilidade, quais as ações que devo tomar? Se preciso conciliar facilidade de uso com eficiência, qual combinação de <em>widget</em>s devo utilizar? Para separar os conteúdos Fulano é eficiente, mas para arranjá-los em uma página Sicrano traz propostas melhores.</p>
<p>São respostas que estão sempre sendo respondidas, pois bem ou mal temos que fazê-lo, mas acredito que falta a ciência que juntas compõem um corpo de conhecimento, e que a estruturação deste corpo é essencial para a consolidação da disciplina, seja como profissão ou como área de conhecimento.</p>
<h2>5.    Referências</h2>
<p>GARRETT, Jesse J. The Elements of User Experience, 2000. Disponível em: &lt;http://www.jjg.net/elements/pdf/elements.pdf&gt; com versão em português em &lt;http://www.jjg.net/elements/translations/elements_pt.pdf&gt;. Acesso em 18/07/2009.</p>
<p>GARRETT, Jesse J. ia/recon, 2002. Disponível em: &lt;http://jjg.net/ia/recon/&gt; com versão em português em &lt;http://jjg.net/ia/recon/pt-br.html&gt;. Acesso em 18/07/2009.</p>
<p>GARRETT, Jesse J. A visual vocabulary for describing information architecture and interaction design, 2002. Disponível em: &lt;http://jjg.net/ia/visvocab/&gt; com versão em português em &lt;http://iainstitute.org/pt/translations/000332.html&gt;. Acesso em 18/07/2009.</p>
<p>GARRETT, Jesse J. The Elements of User Experience. Berkeley: New Riders, 2003.</p>
<p>MORVILLE, Peter. Big Architect, Little Architect, 2000. Disponível em: &lt;http://argus-acia.com/strange_connections/strange004.html&gt; com versão em português em &lt;http://iainstitute.org/pt/translations/000265.html&gt;. Acesso em 18/07/2009.</p>
<p>ROSENFELD, Louis; MORVILLE, Peter. Information Architecture for the World Wide Web. O&#8217;Reilly, Sebastopol, CA, 2002. 461 p.</p>
<p>SPOOL, Jared. Disciplines and Professionals, 2006. Disponível em: &lt;http://www.uie.com/brainsparks/2006/09/07/disciplines-and-professionals/&gt;. Acesso em 18/07/2009.</p>
<p>SPOOL, Jared. Specialists vs. Generalists, 2006. Disponível em: &lt;http://www.uie.com/brainsparks/2006/09/08/specialists-vs-generalists/&gt;. Acesso em 18/07/2009.</p>
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		<title>Ego.com: redesenho do site de celebridades da Globo.com</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 16:58:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilhermo</dc:creator>
				<category><![CDATA[2º EBAI - 2008]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo de Caso]]></category>
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		<category><![CDATA[Arquitetura de informação]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><small><a href="/wp-content/uploads/ebai08/6.pdf" target="_blank">Versão em PDF</a> | <a href="/wp-content/uploads/ebai08/23-128-1-SP.pdf" target="_blank">Apresentação</a></small></p>
<p><strong>Flavia Maria Porto de Miranda</strong><br /><em>Mestre em Design<br />Globo.com</em></p>
<p>Arquiteta da Informação no núcleo de User Experience da Globo.com. Mestre em Design (Linha de Pesquisa: Ergonomia e Usabilidade) pela PUC-Rio. Bacharel em Desenho Industrial (Comunicação Visual) pela PUC-Rio</p>
<p><strong>Thadeu Gonçalves de Oliveira Morgado</strong><br /><em>Bacharel em Desenho Industrial<br />Globo.com</em></p>
<p>Designer de Interface no núcleo de User Experience da Globo.com. Bacharel em Desenho Industrial pela ESDI/UERJ</p>
<h2>Sumário</h2>
<p><em>Este artigo descreve todo o projeto de redesenho do site de celebridades da Globo.com &#8211; EGO. Apresentamos os desafios de arquitetura, a solução funcional de estruturação de conteúdo e como esta é refletida na interface do produto. Como resultado, detalhamos o impacto positivo deste projeto na audiência do EGO.</em></p>
<h2>Palavras-chave</h2>
<p><em>Arquitetura de informação, Design de interfaces, Estruturação de conteúdo, Taxonomia, Experiência do usuário, Usabilidade, Navegação</em></p>
<h2>Arquivos</h2>
<ul>
<li><a href="/wp-content/uploads/ebai08/6.pdf" target="_blank">Artigo Completo (em PDF)</a></li>
<li><a href="/wp-content/uploads/ebai08/23-128-1-SP.pdf" target="_blank">Apresentação</a><em><br /></em></li>
</ul>
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